Foto Dia 27/01

The Other Side,

DB

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Como Cuidar de um Aquário

Os peixes, famosas criaturas de guelras dentro de um aquário onde pensa que não irá ter muito trabalho. Pois bem venha então conferir algumas dicas para lhe poder facilitar o trabalho.

Olhar para os peixes dentro do aquário é tarefa fácil, mas só irá conseguir se estiver limpo caso contrário ainda ficará é nervoso.

Por isso mesmo, veja passo a passo como deve proceder na hora de limpar a casa do seu peixinho.

Com a ajuda de uma rede, transfira os peixes para um recipiente limpo com água.

Não use produtos de limpeza, pois são nocivos para os animal

Limpe cuidadosamente as paredes do aquário com uma esponja suave.

A limpeza do aquário pode ser feita pelo menos 2x por semana.

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Cleópatra, a Verdadeira Lenda do Egipto!

Cleópatra, seduziu Júlio César e Marco António, onde ganhou fama de mulher sensual. Na verdade o único objetivo foi salvar a independência do Egipto e o seu próprio poder.

Mulher fatal, o que se conhece está mais baseado no mito do que propriamente em fatos históricos. Poucos sabem é que ela foi a última representante de uma dinastia. O mito criado a volta de Cleópatra começou em vida quando foi vítima da guerra iniciada por Octávio.

Ultimamente, esta imagem tem sido revista e Cleópatra aparece como uma figura activa no jogo político, cuja principal intenção foi evitar o desaparecimento do Egipto como Estado independente, no processo histórico que via a ascensão de Roma a capital de um império que acabou por engolir todas as nações do Mediterrâneo. O que podemos afinal concluir com toda a certeza de descrições tão opostas entre si?

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Conto – A Doença Negra

Avó! – chamou o menino, assustado.

Que foi, Rodrigo? – inquiriu a senhora, enrolando-se no xaile
vermelho que tinha comprado há uns dias.

Não consigo decidir o que fazer avó. A mãe faz anos na
próxima semana, e tenho dinheiro guardado para lhe comprar uma
prenda. Mas agora apercebi-me que tenho dinheiro para comprar
aquele carro com comando que sempre quis. – Rodrigo caiu em
cima do sofá, de expressão carrancuda e triste. – Não sei o que
faça. Eu quero muito o carro, mas queria muito dar a prenda à mãe.
A Avó já conhecia este lado indeciso do neto. Sabia que podia
ajudá-lo, mas simplesmente dizer-lhe que devia fazer isto ou aquilo
não seria realmente ajudá-lo a perceber o que realmente poderia
fazer com o dinheiro. Ajeitou os óculos, empurrando-os mais para
cima da cana do nariz, sentou-se ao lado do neto, e começou a
falar.

Bem, tens aí um grande dilema. Recordo-me de alguém que
passou por algo semelhante, e é incrível o que lhe aconteceu após
ter tomado uma decisão.
Rodrigo espevitou os olhos e focou-os naquela figura materna
tão calorosa e cheia de carinho.

O que aconteceu avó?

Foi já há muito tempo. No tempo das coroas e dos tronos.
Quando a vida era mais calma, mas ao mesmo tempo, mais
complicada.

Há mais tempo do que posso garantir-te, existiu um rei
poderoso, conhecido no seu Reino por ser assertivo, mas amistoso
e misericordioso. Durante os primeiros vinte anos do seu reinado,
tudo prosperava, e todos os residentes do reino e aldeias
circundantes rejubilavam em dias de ouro e cheios de benefícios e
abundância.

A certa altura, soube-se que a Rainha adoecera. Na verdade,
contraíra uma doença grave, uma fase negra para a mulher do Rei,
esse que deambulava pelos corredores do castelo, desesperado
por uma cura que nem os melhores curandeiros do reino
conseguiam gerar. Durante dois meses, ninguém sabia o que
poderia acontecer ou como poderiam chegar a uma cura para a
amada Rainha.
Numa jornada em busca de riquezas e território, a escolta do
Rei perdeu-se temporariamente num pântano. Por duas noites, não
encontraram saída, e decidiram descansar por fim, no final do
terceiro dia, num pequeno bocado de terra seca. Nessa noite, o Rei
foi acordado por um som estridente, seguido de uma pequena luz
que se abatia na sua direcção. Da mesma, uma voz se ouviu com
uma simples frase; “A cura está no Templo das Montanhas”.
O Rei acordou na manhã seguinte, confiante de que o seu
caminho o levaria à cura da sua Rainha. Juntou todos os membros
da sua escolta e depressa encontraram a saída do pântano.
Regressaram ao castelo, onde planearam a demanda pelo remédio
da Doença Negra da Rainha.


Uma semana depois, o Rei partiu do seu castelo, junto com os
seus melhores cavaleiros, entre eles, o seu filho mais velho. O seu
cavalo branco tinha energia, foi precisamente escolhido entre os
melhores cavalos do estaleiro, e tinha certeza que depressa
chegaria ao Templo das Montanhas.
Três dias depois do inicio da viagem, a escolta parou por
momentos, para garantir o tratamento e alimentação dos animais. O
Rei, ainda confiante, sentou-se por baixo da sombra de um
carvalho, e respirou fundo, pensando apenas na forma de encontrar
a cura para a sua amada mulher.
De repente, acordou sobressaltado, só ai apercebendo-se de
que tinha adormecido, ao ouvir o som de unhas a esgravatar
madeira. Virou o corpo para se deparar com um homem, de aspecto
sujo e descuidado, a esfregar as mãos na madeira do tronco da
árvore, por trás da mesma. Entretanto, questionou o mendigo.

Quem és?

Ninguém – respondeu o vagabundo

És alguém… Quero saber quem!
O mendigo endireitou-se, e tornou a repetir:

Ninguém!
O Rei, considerando a atitude do homem uma afronta,
levantou-se em intenções de batalha. Enquanto desembainhava a
espada, ouve-se a voz do homem:

Eu sou a tua alternativa! Procuras um remédio para a tua
rainha. Pois talvez eu possa ajudar.
O Rei parou, focou o homem, analisou-lhe o aspeto e riu.

Nunca um vagabundo como tu teria uma resposta à altura das
minhas necessidades. De fato és ninguém. E um louco.
Virou costas, encarando o seu cavalo branco.

Ouve-me então! – Ripostou o mendigo. – Para cada obra um
sacrifício. Veremos quantos estarás disposto a cometer!
O Rei ignorou-o! Seguiu viagem, rumo ao Templo das
Montanhas.
No dia seguinte, na encosta das rochas a sua escolta parou.
Um estranho som provinha do fundo daquele caminho. Depressa se
percebeu serem ladrões. Gritavam e corriam como loucos.
Empunhavam espadas de prata, de anteriores saques, e armaduras
demasiado grandes para os seus corpos. Em pouco tempo, tinham
a escolta circundada. Um a um, os soldados do rei foram
derrotados. O Rei empunhava bravamente a espada, matando
cinco deles e afugentou o resto, que agora juntavam à sua colecção
os mantimentos da escolta.
Restava apenas o Rei e o seu filho. Estes, que de luto ficaram
pelos seus soldados, prosseguiram caminho. Após mais três dias
de jornada, por fim chegaram ao Templo das Montanhas.
Dentro do templo, tudo parecia calmo. Sem sons, um ambiente
quente mas estranho. Percorreram os corredores ornamentados por
desenhos de ouro e detalhes de prata, até chegarem ao altar onde
se recostava o feiticeiro do templo.

O Rei, sentindo-se estranho com o ambiente inquieto ao seu
redor, ainda que tudo parecesse calmo, questionava-se se deveria
ou não falar. Foi por isso ultrapassado pelo filho, que elevou a voz:

Procuramos a cura para a doença negra. Viemos a saber que
seria aqui que a encontraríamos.
O feiticeiro, até então de olhos fechados, abriu os olhos,
enviesou um sorriso e levantou-se.

Para a cura, uma guerra.
A sua sombra alargou-se por todo o altar, e o até então
iluminado espaço tornou-se escuro como breu e o pavor instalou-se
no local. Em movimentos ágeis e precisos, o feiticeiro lutava contra
o filho do rei e fazia mira ao rei com os seus ataques de fogo e as
suas investidas.
O filho com a sua espada tentava derrotar o mago, mas de
repente as suas mãos libertam-se do peso da lâmina, que já voava
para trás de si, e atravessou-lhe o corpo. O filho do rei caiu de
joelhos e antes de se deitar no chão com o seu último suspiro foi
mandado pelo feiticeiro para fora do templo, para o abismo das
Montanhas.
Depois desta vitória, encarou o rei, já ferido e fraco, deitado no
chão com a sua espada na mão. O feiticeiro falou novamente:

A cura não é para todos. E por vezes está onde menos
esperamos. Aqui não a encontras. E daqui também não sais.
Numa última investida, o feiticeiro debruçou-se sobre o rei,
pronto a mata-lo. Num grande esforço o rei embainhou a espada e
o feiticeiro caiu sobre ela. A morte foi instantânea e de seguida o
feiticeiro desapareceu.
Abandonado à sua sorte, o Rei arrastou-se até ao altar. Por
cima do mesmo, avista um frasco de líquido verde. Tinha a
impressão de não o ter visto quando ali chegou, mas aquele tinha
inscrito no vidro a palavra “vida”. Por isso agarrou, convencido que
o curava, e bebeu o conteúdo. Em segundos desmaiou.
Acordou num prado verde que reconheceu ser os jardins do
seu Reino. Levantou-se, e o seu instinto foi ir ter ao quarto da sua amada.

Quando lá chegou não a viu e temeu o pior. Percorreu os
corredores do castelo até chegar ao trono, onde viu a sua Rainha.
Estava bem, bela, jovem. Correu para a abraçar. Enquanto se
aproximava notou-lhe as lágrimas no seu rosto. Não eram de
alegria. E por fim percebeu, quando o seu corpo atravessou o dela.
Estava morto. Era um espírito que deambulava pelo seu reino.
Parou, reflectiu, apercebeu-se do mendigo que espreitava por um
dos pilares da sala do trono.
“Para cada obra, um sacrifício!”
Para a vida da sua amada Rainha, a sua vida em troca

Percebes-te Rodrigo? – perguntou a avó.

Sim avó! Para fazermos umas coisas, por vezes temos que
sacrificar outras.

Exato! Mas se eu fosse a ti comprava a prenda à tua mãe.
Quem sabe se depois tens uma surpresa.
O Rodrigo sorriu, calçou os ténis, deu um beijo a avó e saiu
disparado de casa.
A Avó sorriu e levantou-se. Percorreu o corredor da casa, até
chegar a cómoda do seu quarto, e abriu a primeira gaveta. De lá
tirou a fotografia do seu marido. Aquele que tanto amara e que
garantiu que vivia, dando a sua vida em troca dela. A Avó sorriu e
esperava que um dia o neto percebesse quem era o rei.

Aconchegue-se e aproveite um momento de pausa para ler este pequeno conto de minha autoria.

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Batido de Beterraba

Se procura algo natural para poder perder uns quilos, esta é uma boa opção e deve ser incluída na sua alimentação. É rico em magnésio, ferro e potássio, a beterraba está também recheada de antioxidantes. E não faltam estudos a comprovar o mesmo.

Bem sabemos que não tem o melhor sabor do mundo, mas a beterraba tem sido associada a inúmeros benefícios para a saúde. Por exemplo, um copo de sumo de beterraba pode baixar a pressão arterial e ajudar a melhorar a função cardíaca.

Mas como o sabor da beterraba não é o mais agradável de todos, deixamos aqui uma receita que alivia o sabor a terra e ainda beneficia pelos ouros companheiros da fórmula.

Ingredientes

½ Beterraba pequena

½ Maçã verde

½ Rodela de abacaxi

1 Colher de café de sumo de limão

1 Colher de sobremesa de sementes de linhaça

Hortelã

Água ou água de coco

Preparação

Lave a beterraba e a fruta e descasque. Corte tudo em pedaços pequenos e triture no liquidificador.

Adicione os restantes ingredientes e triture novamente até obter um líquido homogéneo.

Deve beber logo após a confeção, de modo a que o batido não oxide.

Pela manhã ou ao deitar faça o teste e compartilhe os resultados.

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Como escolher os Drones de “Brincar”?

São muito mais baratos que os drones mais avançados na tencologia e também um pouco limitados nas suas funcionalidades. Os drones de “brincar” ajudam a criar momentos de diversão em família, com amigos ou mesmo a pessoa mais exploradora podendo se revelar um boa opção de se oferecer a alguém.

Drone em inglês significa “zangão”. Em Portugal, este estrangeirismo tornou-se rival e sinónimo de tecnologia, mas também de brincadeira para muitos utilizadores. Os drones “brinquedo” fazem grandes voos, controlados remotamente permitindo muitas vezes a captação de imagens e vídeos. São mais leves e mais económicos ( variam entre os 50€ e os 200€).


A pouca duração da bateria e instabilidade são os principais pontos fracos de todos os aparelhos. Para além disso, são tão leves que estão muito susceptíveis a serem desviados pelo vento, o que prejudica bastante o seu desempenho.

Estes pequenos brinquedos possuem uma câmara com desempenho inferior ao drones dos adultos, não contêm tecnologia de GPS de assistência de voo. Destinam-se assim ao publico mais jovem com ambições diferentes.

Para que o seu filho(a) seja um aventureiro e consiga desfrutar de paisagens fantásticas aposte nesta tecnologia

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Como Estimular o Seu Filho Para a Leitura?

Já os avós diziam que ler era mais que um bem vital. Era saber mais, ampliar o conhecimento. É prosa e poesia, sede de infinito como diz Florbela Espanca. E viajar pelo mundo numa simples página ou capitulo.

Agora como conseguir incentivar, todavia, uma criança a pegar num livro e adquirir hábitos de leitura em tempos de revolução tecnológica? A tarefa parece simples, mas não é. Não basta saber ler, é preciso compreender.

PORQUÊ ESTIMULAR A LEITURA DESDE OS PRIMEIROS MESES DE VIDA?

A leitura é uma satisfação possivel de incentivar nos primeiros anos de vida. O processo de aprendizagem inicia-se através da observação. Por exemplo ver os pais, avós ou até os irmãos mais velhos ler um livro, revista ou até mesmo o jornal pela manhã representa assim um estímulo para a criança

Promover a leitura não é muito diferente ao ensinar outras competências. Ler uma história em voz alta é sempre uma excelente estratégia para estimular a criança mesmo quando ainda não completou 1 ano de idade. Quantos mais sons variados ouvir melhor.

Aprender a ler deve ser um processo natural. A Idade para que o consiga fazer sozinho surge por volta dos 7 anos. Coloque assim à disposição da criança livros, jornais, revistas, canetas e papel.

Existem muitos livros infantis incríveis. O grande problema é que também existe muitos recursos digitais o que hoje em dia substitui muito rapidamente um livro. Para que isso não aconteça e uma vez que o mundo das tecnologias estão a evoluir cada vez mais, aposte nos recursos digitais para poder ler.

Abra as portas do universo encantado dos livros.

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